O Dialecto está de cara lavada. Quer dizer, primeiro que tudo, não tem cara para lavar, tem uma imagem a renovar. Talvez não tenha passado tempo suficiente para justificar esta alteração, mas achei que, em todo o caso, o devia fazer. Fiel ao seu nome, e à minha missão, o dialecto continua a palrar as suas baboseiras, sujeitas e ansiosas de críticas, por crescer ser o mais importante. A linguagem é a mesma(não cedo ao acordo), os assuntos são os do costume, os leitores esperam-se ser os mesmos, e com sorte outros tantos que consiga entusiasmar.
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domingo, 14 de junho de 2009

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Hoje não fiz um

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Salmantina

Leio hoje que a PuCCCa comunica que veio a Lisboa, numa rápida visita, e que já voltou à sua atarefada vida. Este fim de semana referido parece à primeira leitura, vazio de eventos e de entusiasmo. Discordo. Ele houve chuva, má-disposição, chuva, almoço, chuva, Anjos, chuva, oficina, chuva, coffee pot, chuva, jantar, chuva, crepes, massagens cafunés e vassouradas. Eu vibrei, temo dizer.

Noutro dia a Mendes deu-lhe uma de rica, e quis deitar os pratos fora. Eu mandei esperar, porque também esperei para nascer; de preferência numa maca com um bom suporte!

Vantage Point

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

O Urso

"O sol nasce,
a bicicleta anda,
o lobo uiva,
o urso panda"

Manel Gama