O Dialecto está de cara lavada. Quer dizer, primeiro que tudo, não tem cara para lavar, tem uma imagem a renovar. Talvez não tenha passado tempo suficiente para justificar esta alteração, mas achei que, em todo o caso, o devia fazer. Fiel ao seu nome, e à minha missão, o dialecto continua a palrar as suas baboseiras, sujeitas e ansiosas de críticas, por crescer ser o mais importante. A linguagem é a mesma(não cedo ao acordo), os assuntos são os do costume, os leitores esperam-se ser os mesmos, e com sorte outros tantos que consiga entusiasmar.
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Eu Tenho

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Não é Preciso Ter Pé Pesado

Foi revelado ontem que a Citröen e a Peugeot vão mandar chamar mais de 97 mil veículos em toda a Europa por causa de um problema nos pedais.

Em causa estão os modelos C1 da Citröen e 107 da Peugeot, produzidos na República Checa pelo Grupo Francês PSA que também produziu o semelhante Toyota Aygo. De acordo com a gigante japonesa Toyota, o Aygo começou a acusar problemas no pedal do acelerador, por este, em alguns caso, não voltar à posição original depois de pressionado.

A medida de recolha destes veículos é puramente preventiva, pois os responsáveis não acreditam que o mesmo problema se registe nos modelos da Citröen e da Peugeot. Não estando, para já, agendada uma recolha semelhante em Portugal, os proprietários serão comunicados por carta do problema, caso contrário, há desculpa para andar a abrir nas estradas, não se poupa é no susto.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

O Quantum do Agente Secreto


Não escondo que odiei o Quantum Of Solace como James Bond, mas que gostei muito enquanto filme. É contradição nos termos? Não por razões óbvias. Mas agora admito: como é que um Bond tão medíocre, pode ter uma cena inicial tão brutal na crueza e na qualidade? Quem está a falar é o infantil desmiolado, mas em apenas 3 minutos somos atirados para uma perseguição nas margens do Lago Garda, que me fez aplaudir e pela primeira vez gostar e apoiar um Daniel Craig que vejo como uma péssima escolha. Acompanhado pelo som de "Time To Get Out" de David Arnold, como dizia um comentário que li algures no youtube: "this fast paced percussion-ridden track just screams Bond's Back In Our Face". E grita mesmo.

http://www.youtube.com/watch?v=QXJiYV9K77Q

Time To Get Out - David Arnold
(especialmente de 2:35 a 2:47)

O Dia Depois de Ontem e os Carros

Ser mandado parar em operações Stop em Lisboa, não é novidade para ninguém que saia à noite em Lisboa. Ontem foi a quarta vez que fui mandado parar, mas a primeira em que realmente tinha noção que ia acusar. Qualquer que fosse o caminho a tomar, não haveria escapatória possível, já que a cidade estava minada de "Agentes da Ótóridade". Logo que fui mandado parar pensei que era o fim: o mal está feito, e é desta que a pena suspensa me apanha e lá vou eu tirar a carta outra vez. Lá dei o sopro forte e continuado, enquanto tremia que nem varas verdes. O Sr. Agente Rodrigues esta para lá de convencido que tinha o pratinho feito, e eu também. Aguardei porque a máquina me pediu por favor, e gentilmente acusou 0.35. "Os seus documentos, e os da viatura" (nem boa noite). Então bom dia e obrigado Sr. Agente".

Saí dali achar que podia com o mundo.

Hoje, ao vir de fim-de-semana, achei que o gasóleo que tinha no depósito era mais do que suficiente para chegar ao destino. Por acaso foi: cheguei ao destino com 6 kms de autonomia, ainda para mais nos 20 últimos quilómetros da viagem, não havia nenhuma bomba sequer perto, por isso arrisquei-me a ficar parado na estrada. Não morria por isso, aliás, talvez só me fizesse bem; era da maneira que não voltava a repetir a graça! Seja como for, o VM chegou ao destino, inteirinho e sem lerpar e a sede está morta. Palmadinha no capô, e não se volta a repetir!

Like a Dog Chasing Cars

segunda-feira, 9 de março de 2009

Segurança

Na semana passada, já atrasado para uma missa cheguei à igreja, parei o carro, e lá fui 20 minutos depois da hora. Quando cá cheguei fora, dei por que tinha deixado o carro extraordinariamente bem arrumado.

Todos sabem o quão cuidadoso e picuinhas sou com o meu carro, mas esta não foi de certeza a primeira vez que o deixei num qualquer sítio, caminhando para outro, sem olhar para trás para ver como tinha ficado. Pode ter sido esta, pode eventualmente ter havido um esquecimento de trancar as portas, ou de andar a fazer ralis no meio de Lisboa. Não é falta de preocupação, é distracção. Não é razão, nem para mim, tão magra justificação que me faça sentir melhor caso algum azar grande tivesse acontecido; mas o facto de ter deixado o carro quase meio metro afastado do passeio (da zona segura, portanto) pode não ser perigo suficiente (há quem faça pior, mas como diz o velho ditado, neste caso, com o mal dos outros posso eu bem) mas ainda assim faz-me, de agora em diante, olhar 2 vezes onde o deixo e como o deixo, porque se tanto o quis ter, então tenho que o tratar o melhor que posso, porque para mim é mais que um carro.

Furious Angels

domingo, 4 de janeiro de 2009

Oferta Única


Comprei ontem a revista automagazine. Vinha plastificada, e com um autocolante a dizer que tinha como oferta a revista Super Interessante. O que é realmente super interessante é que esta revista de oferta é de Dezembro de 2007.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Carros, não o filme.

Carros. Deve haver gente tão mais capaz de falar sobre carros do que eu. Limito-me a gostar muito, mas a não perceber tanto como queria, daí forçar-me a, de vez em quando, ler uma Auto Hoje, Auto Foco, etc.

Quem me conhece, está farto de saber e ouvir falar que não há carro melhor que o meu, e não o trocava por nenhum: consequência lógica de ter a sorte de guiar o carro dos meus sonhos. Mas ainda pensando se tivesse que escolher, qual seria? Não sei, francamente. A razão pela qual digo que não trocava o meu é também por não haver nenhum dentro dos mesmos valores que me faça perder o sono.

Sempre tive uma panca por jipes, e agora uma fixação por SUV's, mas vendo agora que qualquer trophy-wife anda montada num Cayenne, que Q7's e X5's e X6's nascem do chão, numa cidade onde não há sítio para os meter, pergunto-me até que ponto é que será prático para mim ter um. Quando for maiorzinho, tiver a minha garagem e viver mais à larga, penso nisso!

Enquanto não me puder deliciar ao volante de um carro de luxo pequeno, assim tipo um Aston Martin Vanquish (1), Spyker c8 Laviolette (2), Lamborghini Reventon (3) Audi R8(4)...


...espalharei o terror por esse mundo fora em meu MINER!