Título inicial: Maus filmes, boas bandas sonoras. Faz-me confusão como o youtube está cheio de vídeos e de gravações que não interessam nem ao menino jesus, e depois grandes músicas, grandes vídeos não os encontramos. Basta eu dar-me ao trabalho aprender, que passarei a fazer a minha parte, a "dialectar", além blog, para quem quiser partilhar.
Ao correr a minha videoteca, passei os olhos pela caixa de um daqueles muitos exemplos de um filme de qualidade aflitiva (porém aberta a discussão) com uma banda sonora merecedora de tanto mais.
O filme de que falo é Next-Sem Alternativa com Nicolas Cage. O filme é mau, a banda sonora é soberba. Dei por mim, não poucas vezes, a pôr o filme no DVD para ouvir numa ou noutra cena trechos que tinha ouvido à exaustão, na companhia das minhas imagens. É claro que uma predisposição para se deixar levar por música instrumental é necessária, tal como uma empatia natural; vontade de sentir e querer revisitar esse, chamemos-lhe, mundo. Toda esta partitura escrita por Mark Isham, compositor habituado a trabalhar com Brian De Palma e mais vocacionado para a área do jazz, transporta-nos para um ambiente tão rico como imaginativo e também diversificado: temos percussão, violinos, piano, e muitas vezes os três à mistura.
Não me consigo decidir, entre duas, qual a minha preferida, até porque o motivo e o tema é o mesmo, embora abordado de forma diferente. "I Believe Anything is Possible" (excluindo a parte final) é de uma beleza e um sentimento indescritíveis. Por vezes, ao escrever algumas míseras linhas sobre uma música sinto que não estou, a fazer justiça ou nem de perto a homenagear o material em questão, por a qualidade ser tanta e as palavras tão poucas. A razão é óbvia: é fácil sentir, é impossível descrever.
A outra música à qual me rendo chama-se "Carlotti Defines". À música não consigo tecer os devidos elogios, pelas razões acima descritas. À cena em que a música se enquadra, também não.
"There's an Italian Painter named Carlotti, and he defined beauty,
he said it was the summation of the parts
working together in such a way, that nothing needed to be added, taken away, or altered
That's you
Your're Beautiful"
A cena é uma justa ode à Jessica Beal, mas não há dedicatória mais bonita, e melhor acompanhada que esta. É uma cena com uma simbiose de imagem e música indescritíveis, e uma beleza inexplicável. É muito provável que não concordem comigo, mas cada um tem as suas pancas. Esta é mais uma minha. Enquanto não lhes puder mostrar através do blog, o quão perfeitas são estas músicas sem as imagens, façam-me um favor e vejam este vídeo duas vezes. Uma para o "captar", outra para o sentir (isolando a música!). Se vos disser o que me diz, reincidam, como eu: abusivamente.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Os Ganhos do Dia
Não posso dizer que odeie alguma das estações do ano, nem tão pouco os vários tipos de clima. Já vivi e habituei-me a tipos díspares, e acho que ambos têm o seu encanto. Embora tenha esta opinião, não quer por isso dizer que não prefira um tipo específico. Sou claramente uma pessoa à vontade com o calor, desde miúdo que me habituei e é a este tipo de clima que associo as melhores das memórias. Tendo-me dado uma panca destas, hoje saí à rua, andando pela cidade, com a música sempre comigo, a redescobrir uma cidade que se define e melhor se ambienta ao sol e ao calor. Estas caminhadas não são exclusivas do tempo quente, são apenas diferentes e mais especiais. Não me fez falta o carro que deixei estacionado à porta de casa, tive pena da curteza da tarde, que deveria ter começado mais cedo. O fim de tarde, foi daqueles que eu gosto... o som das andorinhas, uma luz dourada no céu azul e a sensação de possibilidade. Esperemos que amanhã seja um dia igual; mesmo que seja só metade, já é muito bom.
Bumblebee
Bumblebee
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quarta-feira, 22 de abril de 2009
Lupitaaaaaa
É oficial: tenho um novo vício. De há uns anos para cá que as séries nos invadem as televisões e DVD's, por cada vez mais haver uma originalidade, inteligência e esforço que escasseia no cinema. Tenho algumas preferências, como é lógico: ao fim de 5 anos, Nip/Tuck ainda mantém alguma da pujança e arrojo dos primeiros episódios, ao contrário de Prison Break que teve um início genial, e descambou numa série previsível, desinteressante e vulgar.
Mas afinal de contas que série é que me conquistou? Weeds-Erva. Só este mês é que vi pela primeira vez, esta já há muito falada incursão na vida dos suburbios. Teve o seu lado positivo e o seu negativo. Negativo porque já a devia ter descoberto há muito tempo; positivo porque assim posso deverorar o que já está desponível em DVD, que é o que tenho feito nestes últimos dias. Quem está à espera de uma série de humor fácil, desengane-se porque não o é. É corrosivo, é gozão e inteligente. A qualidade dos textos é igualada pelos desempenhos de um elenco quase desconhecido que nos agarra, mesmo aqueles com papéis mais secundários ou esteriotipados.
Já várias vezes aqui disse que o facto de um enredo se poder resumir numa ou duas frases, não é indicativo de falta de ideias. Weeds prova isso mesmo. Quem não viu, descubra urgentemente a história de Nancy Botwin/ Lacy Laplante, uma víuva que não querendo abdicar da vida a que se acostumou num suburbio de classe média, resolve contrabandear droga na vizinhança.
Little Boxes
Mas afinal de contas que série é que me conquistou? Weeds-Erva. Só este mês é que vi pela primeira vez, esta já há muito falada incursão na vida dos suburbios. Teve o seu lado positivo e o seu negativo. Negativo porque já a devia ter descoberto há muito tempo; positivo porque assim posso deverorar o que já está desponível em DVD, que é o que tenho feito nestes últimos dias. Quem está à espera de uma série de humor fácil, desengane-se porque não o é. É corrosivo, é gozão e inteligente. A qualidade dos textos é igualada pelos desempenhos de um elenco quase desconhecido que nos agarra, mesmo aqueles com papéis mais secundários ou esteriotipados.Já várias vezes aqui disse que o facto de um enredo se poder resumir numa ou duas frases, não é indicativo de falta de ideias. Weeds prova isso mesmo. Quem não viu, descubra urgentemente a história de Nancy Botwin/ Lacy Laplante, uma víuva que não querendo abdicar da vida a que se acostumou num suburbio de classe média, resolve contrabandear droga na vizinhança.
Little Boxes
terça-feira, 21 de abril de 2009
Speechless
Não há uma unica versão no youtube que dê para incorporar no blog, por isso sigam este link:
http://www.youtube.com/watch?v=RxPZh4AnWyk
http://www.youtube.com/watch?v=RxPZh4AnWyk
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Never Found In Translation
Ontem vi um clássico, há muito adiado, e fiquei impressionado como o título original reflecte tão bem a minha reacção. Em português chamou-se "Os Amigos de Alex" - The Big Chill. Apesar do hype, não fiquei, nem de perto, desiludido. É bastante mais complexo do que o seu parco enredo nos pode levar a crer: as relações são redescobertas, e portanto retraídas, os diálogos de antalogia e o elenco quase na sua totalidade, impagável. Daí o meu Big Chill.
Mas não foi só por isso. Há muito, muito tempo que não via um filme tão mal traduzido, ou melhor a questão não é tanto a tradução ser atroz, mas a quantidade de erros ortográficos por minuto. "Dissestes", "fizestes", "vistes-a", são alguns dos muitos exemplos que por mais inacreditável que pareça, estão espalhados e repetidos. Que as traduções não podem, nem devem ser literais, é uma coisa que alguém que perceba de línguas sabe, agora erros ortográficos de alguém que faz desta a sua profissão, não só presta um mau serviço ao espectador que não acompanha o diálogo original, como passa um atestado de estupidez e iliteracia a si próprio e para quem trabalha, supondo, que estes trabalhos são revistos. Se não são, é incompetência e falta de profissionalismo gritantes, se são, mais ainda.
The Big Chill
Mas não foi só por isso. Há muito, muito tempo que não via um filme tão mal traduzido, ou melhor a questão não é tanto a tradução ser atroz, mas a quantidade de erros ortográficos por minuto. "Dissestes", "fizestes", "vistes-a", são alguns dos muitos exemplos que por mais inacreditável que pareça, estão espalhados e repetidos. Que as traduções não podem, nem devem ser literais, é uma coisa que alguém que perceba de línguas sabe, agora erros ortográficos de alguém que faz desta a sua profissão, não só presta um mau serviço ao espectador que não acompanha o diálogo original, como passa um atestado de estupidez e iliteracia a si próprio e para quem trabalha, supondo, que estes trabalhos são revistos. Se não são, é incompetência e falta de profissionalismo gritantes, se são, mais ainda.
The Big Chill
sexta-feira, 17 de abril de 2009
O Quantum do Agente Secreto

Não escondo que odiei o Quantum Of Solace como James Bond, mas que gostei muito enquanto filme. É contradição nos termos? Não por razões óbvias. Mas agora admito: como é que um Bond tão medíocre, pode ter uma cena inicial tão brutal na crueza e na qualidade? Quem está a falar é o infantil desmiolado, mas em apenas 3 minutos somos atirados para uma perseguição nas margens do Lago Garda, que me fez aplaudir e pela primeira vez gostar e apoiar um Daniel Craig que vejo como uma péssima escolha. Acompanhado pelo som de "Time To Get Out" de David Arnold, como dizia um comentário que li algures no youtube: "this fast paced percussion-ridden track just screams Bond's Back In Our Face". E grita mesmo.
http://www.youtube.com/watch?v=QXJiYV9K77Q
Time To Get Out - David Arnold(especialmente de 2:35 a 2:47)
O Dia Depois de Ontem e os Carros
Ser mandado parar em operações Stop em Lisboa, não é novidade para ninguém que saia à noite em Lisboa. Ontem foi a quarta vez que fui mandado parar, mas a primeira em que realmente tinha noção que ia acusar. Qualquer que fosse o caminho a tomar, não haveria escapatória possível, já que a cidade estava minada de "Agentes da Ótóridade". Logo que fui mandado parar pensei que era o fim: o mal está feito, e é desta que a pena suspensa me apanha e lá vou eu tirar a carta outra vez. Lá dei o sopro forte e continuado, enquanto tremia que nem varas verdes. O Sr. Agente Rodrigues esta para lá de convencido que tinha o pratinho feito, e eu também. Aguardei porque a máquina me pediu por favor, e gentilmente acusou 0.35. "Os seus documentos, e os da viatura" (nem boa noite). Então bom dia e obrigado Sr. Agente".
Saí dali achar que podia com o mundo.
Hoje, ao vir de fim-de-semana, achei que o gasóleo que tinha no depósito era mais do que suficiente para chegar ao destino.
Por acaso foi: cheguei ao destino com 6 kms de autonomia, ainda para mais nos 20 últimos quilómetros da viagem, não havia nenhuma bomba sequer perto, por isso arrisquei-me a ficar parado na estrada. Não morria por isso, aliás, talvez só me fizesse bem; era da maneira que não voltava a repetir a graça! Seja como for, o VM chegou ao destino, inteirinho e sem lerpar e a sede está morta. Palmadinha no capô, e não se volta a repetir!
Like a Dog Chasing Cars
Saí dali achar que podia com o mundo.
Hoje, ao vir de fim-de-semana, achei que o gasóleo que tinha no depósito era mais do que suficiente para chegar ao destino.
Por acaso foi: cheguei ao destino com 6 kms de autonomia, ainda para mais nos 20 últimos quilómetros da viagem, não havia nenhuma bomba sequer perto, por isso arrisquei-me a ficar parado na estrada. Não morria por isso, aliás, talvez só me fizesse bem; era da maneira que não voltava a repetir a graça! Seja como for, o VM chegou ao destino, inteirinho e sem lerpar e a sede está morta. Palmadinha no capô, e não se volta a repetir!
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quinta-feira, 16 de abril de 2009
Medo de Dentistas

Ninguém vai ao médico por gosto, mas quando hoje fui ao dentista, para uma consulta de rotina, e me foi dito que tinha uma cárie, pensei: "não há espiga, arranquei um dente do siso a sangue frio quando tinha 17, isto vai ser peanuts." O caraças. Só faltou gritar, e a enfermeira até me deu uma festinha na testa no fim de tudo.
"O senhor tem bons dentes mas tá a dar cabo deles com tanta coca-cola e pastilhas elásticas." Foi um belo wake-up call, mas saí de lá a sentir-me uma criancinha, tudo aquilo me fez sentir um puto, só faltou sair de lá pela mão da minha mãe.
"Venha cá duas vezes por ano"! Com certeza, Sr. Dr. mas para a próxima vou de calções, panamá e mochila. Ah! e a minha mãe também.
Time To Get Out
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quarta-feira, 15 de abril de 2009
Já Repararam Que...Sacos de Farmácia
Irrita-me solenemente, até porque acredito não estar sozinho, o tamanho dos sacos que nos dão nas farmácias. Farmácia ou Pharmácia, essa é uma eterna e mais complexa discussão; agora alguém que me explique porque é que os sacos em que metem as caixas dos remédios são sempre minúsculos, roxos, com umas pegas mal enjorcadas? Depois metem tudo a martelo lá para dentro, incluindo a factura que profissionalmente rabiscam. Se não foi a crise que obrigou o recurso a amostras de sacos destas, peço (pedimos): saquinhos um bocadinho maiores (não, os de papel tipo embrulho de bolo, não servem)
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segunda-feira, 13 de abril de 2009
Tradição
Já não é a primeira, e por certo não será a última vez que abordo um assunto relacionado com o lugar de onde vim. Uma das razões pela qual gosto tanto da Chamusca é a de haver tantas tradições, que por mais que o tempo passe, todos se oferecem a manter. Talvez a mais característica seja a forma como vivemos a tradição desta Semana que passou, particularmente a Sexta-Feira Santa. A descida do Senhor à tarde e a procissão à noite aproxima todos aqueles que com esta tradição cresceram, quer na fé quer na ritualidade da abordagem. A procissão dos painéis, das velas, lanternas, pálio e imagem está-me tão presente desde miúdo como em todos aqueles que por cá cresceram ou viveram “directa ou indirectamente”.
A questão da tradição, como deve ser mantida, o que deve ser alterado e como, é um assunto complexo e alvo das mais diferentes opiniões. Este é um dos casos que acredito que nada deve ser mudado. Foi essa mesma ritualidade na abordagem que manteve tantos fiéis a esta semana tão importante na vida de qualquer cristão. A tentativa e a efectiva alteração ou inclusão de certos desnecessários protocolos não é vista com bons olhos, mas acredito que se a tradição se manteve tão inabalável e perene passados tantos anos, a esta provação também subsistirá.
Por certo, todos os que de perto conhecem esta tradição esperariam que abordasse os cânticos entoados nessa quase cerimónia maçónica e repetidos na procissão. Não irei logicamente fazê-lo, não é desrespeito, não é lacuna. É enquadramento.
The Citrine Cross
A questão da tradição, como deve ser mantida, o que deve ser alterado e como, é um assunto complexo e alvo das mais diferentes opiniões. Este é um dos casos que acredito que nada deve ser mudado. Foi essa mesma ritualidade na abordagem que manteve tantos fiéis a esta semana tão importante na vida de qualquer cristão. A tentativa e a efectiva alteração ou inclusão de certos desnecessários protocolos não é vista com bons olhos, mas acredito que se a tradição se manteve tão inabalável e perene passados tantos anos, a esta provação também subsistirá.
Por certo, todos os que de perto conhecem esta tradição esperariam que abordasse os cânticos entoados nessa quase cerimónia maçónica e repetidos na procissão. Não irei logicamente fazê-lo, não é desrespeito, não é lacuna. É enquadramento.
The Citrine Cross
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segunda-feira, 6 de abril de 2009
O Clássico de Spielberg

É um cliché chamar génio a Spielberg. Indiana Jones, ET, Jurassic Park, Schindler's List, Amistad, O Resgate do Soldado Ryan, Minority Report: há grandes cineastas que passam uma vida inteira sem dirigir filmes cuja qualidade e a resposta da crítica seja tão irrepreensível. Pus-me a pensar e conclui que por maior lugar-comum que seja, a reputação e a notoriedade de Spielberg é, sem dúvida, facto provado.
Tudo isto porque hoje resolvi rever e reviver o meu maior filme de infância. Nenhum filme houve que eu tivesse visto tantas vezes, nem outro que eu associe mais à minha "juventude". O Parque Jurássico apanhou todos desprevenidos. Os detractores dos efeitos digitais, os seus admiradores, a população geral que não estava à espera de algo assim. A reacção dos paleontólogos nessa já clássica cena em que pela primeira vez reagem às criaturas extintas há 65 milhões de anos é de antologia; a falta de palavras para descrever o que está a frente dos seus olhos é paralela à nossa que não obstante meros observadores, somos tão parte daquele espectáculo como as personagens. O melhor é que só passaram 30 minutos desde que Spielberg nos convidou para esta viagem. É impossível ao mais céptico dos espectadores refutar que a vontade de se deixar levar para dentro do écran é inegável. A criança dentro de nós solta-se, ri-se, emociona-se e treme ao sabor da câmara firme e precisa de Spielberg.
Se procurarem na net os momentos que revolucionaram o cinema, decerto que encontrarão este Parque Jurássico no topo de qualquer lista por os seus responsáveis terem arriscado tanto e terem conseguido dar-nos a magia a que o cinema se propõe. Ainda hoje, ao rever este filme, repetindo muitos dos diálogos, e sabendo todos os desfechos, surpreendi-me e vibrei quase como da primeira vez. Perguntam-me porquê rever alguns filmes várias vezes. Há aqueles que a televisão nos obriga, há os chamados guilty pleasures, há os que merecem e há os que já são parte de nós. Tenho vários filme que são o exemplo de cada uma destas categorias; depois tenho este, que, à sua maneira e em diferentes medidas, é um pouco de todas.
Welcome To Jurassic Park
domingo, 5 de abril de 2009
Beauty...In an Unlikely Place
Não há nada que mais goste do que ser agradavelmente surpreendido. Bandas Sonoras instrumentais são a minha droga, uma noite ideal passada num lugar só meu, recluso por vontade própria.
Hoje descobri esta pérola no meio de uma obra-prima que serve de música ao que prevejo ser o mais comum dos filmes: Babylon A.D.
Ao começar a ouvir esta música, a influência de Henning Lohner abundava, assim como a de Zimmer, pós Da Vinci. O resultado é o prólogo a um álbum que nos surpreende e apaixona. É pesado, não é fácil, é rico. Quem quiser, peça, caso contrário, não deixem ao menos, de dar a merecida atenção a esta fusão de estilos conseguida pelo islandês Atli Örvarsson.
quinta-feira, 2 de abril de 2009
O Vídeo que Faltava
É quase transcrever a cena inteira mas é impossível não o fazer:
"que no puedo vivir asi, que me va a explotar la cabeza"
"damela, damela.....que me des la pistola!!"
"te vas a matar!"
"you people are both crazy, how the hell am I going to explain this to my husband?"
Interpretando o Leitor
Todos os anos a Academia nomeia para as categorias principais um filme mais intimista, por via de regra com grandes actores, num baixo orçamento, em que o show-off cede perante a qualidade; ou por outra, o show-off aqui é a qualidade do material de base, a adaptação do mesmo e o interesse que nos agarra.É facto que o Holocausto, bem como os eventos que se lhe sguiram, ainda hoje provocam em nós um magnetismo indescritível. Não é de entender como um fascínio mórbido, antes porque foi um dos momentos mais importantes da História mundial, cujas ramificações para sempre se farão notar, e que já mais poderemos contornar.
O que o Leitor faz não é redefinir a abordagem ao tema, mas antes contar uma história intemporal numa época de adversidade. A maneira como o filme é conduzido é também fora de série, pela mão de Stephen Daldry, que conseguiu a proeza de ter sido nomeado três vezes ao Óscar de Melhor Realizador pelos seus três únicos filmes. Sendo um filme bastante diferente d' As Horas, que para mim continua a ser de longe o seu melhor, notamos que a mestria de ambos tem a mesma assinatura. O Leitor é de facto um filme de excepção, contrariando aqueles que se surpreendaram aquando da sua nomeação a 5 Óscars, incluindo o de melhor filme.
The Reader Suite
terça-feira, 31 de março de 2009
Clarão na Neblina
Dead Can Dance - "Host Of The Seraphim"
Quando um filme me surpreende, não paro de pensar nele. Aconteceu-me recentemente no mais improvável dos filmes de terror. Desta última vez que fui ao Blockborla, resolvi comprar incluir na pilha The Mist. Ciente que nos últimos anos a qualidade dos filmes de terror tem vindo a decrescer de forma alarmante, achei que este poderia surpreender, talvez por ter como realizador Frank Darabont.
Stephen King é um escritor muito bem visto pela crítica, embora tendencialmente virado para o tema de terror, já escreveu sobre outros, e adaptações das suas obras são em barda, quer em cinema ou televisão. The Mist é mais uma nesse filão. O que este The Mist pretende ser é uma teorização sobre o comportamento humano, como reagimos à mais adversa das situações, e quem cede e como perante o medo e a falta de esperança. Enquanto filme, não é mesmo nada de especial, o que lhe vale é o seu final. Há muito tempo que não via um final tão cru, tão “brutal”, tão anti-hollywood. Foi condição de Darabont ao estúdio, que nem intervisse na montagem, nem vetasse o final. O que nos deixou foi uma conclusão violenta e fora do comum que nos deixa tão chocados e revoltados como a personagem sobre a qual incide.
The Mist não permanece na memória de ninguém no seu todo, mas sim pelos seus 10 últimos minutos que fazem nascer interesse e fascínio por um filme que já estávamos dispostos a esquecer.
segunda-feira, 30 de março de 2009
Atmosferas
Se googlarmos atmosfera, logicamente ficamos a saber tudo ou quase tudo o que é possível sobre a "camada de gases que envolve (nem todos os casos) um corpo material com massa suficiente".
"Os gases são atraídos pela gravidade do corpo e são retidos por um longo período de tempo se a gravidade for alta e a temperatura da atmosfera for baixa. Alguns planetas consistem principalmente de vários gases e portanto têm atmosferas muito profundas." Pegando nesta explicação cientifica, vamos tentar perceber, ou eu tentar concluir o porquê da utilização deste termo quando queremos definir aquela sensação.
Há pessoas mais susceptíveis que outras a determinados ambientes, propensos a ter uma sensibilidade sui generis a determinadas coisas, que parecendo o mais comum possível, de facto não o são. Não acho que seja estranho; peculiar é, porque nem todos se predispõem à realização emergente da observação ou experiência de um pequeno grande momento que não defino por ser tão subjectivo. São pequenas coisas em que cada um se sente longe, não fisica (mas porque não?) mas mentalmente, tão longe que se "vê" num outro mundo tão seu mas tão improvável, ou outras vezes nostálgico que se abstrai de tudo o resto. Pode parecer a quem lê, que isto é dizer muito sem dizer nada, é divagar sem concretizar. Talvez não seja.
Um pôr do sol, um céu azul, uma tarde chuvosa, uma manhã, uma tarde, uma noite, uma praia, uma estrada, o vento e até um simples saco ao seu sabor cria em nós um sentimento em que nos achamos envolvidos (porém nem sempre!).É certo que a definição que acima transcrevi fala em massa suficiente, mas embora não tendo nada a ver, eu encaro esta massa suficiente como aquela categoria que atrás falei dos que têm a predisposição para se deixar mergulhar nessa atmosfera e de lá gostar estar. A forma como o a cena acaba, e que estranhamente está cortada deste vídeo, é com a aparentemente fatal mas poderosoa frase: "There is so much beauty in the world, that sometimes i feel like i just can't take it". A pujança desta frase tem o seu alcance máximo num seguimento, plenamente justificado onde está inserido, mas o que mostra também toda a sua força e veracidade (para aqueles que a queiram)é o seu inegável nexo num outro qualquer (correlacionado) contexto.
A continuação da citação fala em gases, atracção, planetas, etc. Será tão descabido assim, para mim não é, estabelecer um paralelismo entre isso e o que tenho estado a falar? Atmosfera é um conceito com vários entendimentos: além do científico, cada um, à sua maneira, lhe dá o seu. Fico feliz pelo que lhe dou, e acreditar que muitos mais por aí também lhe atribuem um seu entendimento, não à minha maneira, não no meu dialecto, mas num outro de raiz comum.
Any Other Name
"Os gases são atraídos pela gravidade do corpo e são retidos por um longo período de tempo se a gravidade for alta e a temperatura da atmosfera for baixa. Alguns planetas consistem principalmente de vários gases e portanto têm atmosferas muito profundas." Pegando nesta explicação cientifica, vamos tentar perceber, ou eu tentar concluir o porquê da utilização deste termo quando queremos definir aquela sensação.
Há pessoas mais susceptíveis que outras a determinados ambientes, propensos a ter uma sensibilidade sui generis a determinadas coisas, que parecendo o mais comum possível, de facto não o são. Não acho que seja estranho; peculiar é, porque nem todos se predispõem à realização emergente da observação ou experiência de um pequeno grande momento que não defino por ser tão subjectivo. São pequenas coisas em que cada um se sente longe, não fisica (mas porque não?) mas mentalmente, tão longe que se "vê" num outro mundo tão seu mas tão improvável, ou outras vezes nostálgico que se abstrai de tudo o resto. Pode parecer a quem lê, que isto é dizer muito sem dizer nada, é divagar sem concretizar. Talvez não seja.
Um pôr do sol, um céu azul, uma tarde chuvosa, uma manhã, uma tarde, uma noite, uma praia, uma estrada, o vento e até um simples saco ao seu sabor cria em nós um sentimento em que nos achamos envolvidos (porém nem sempre!).É certo que a definição que acima transcrevi fala em massa suficiente, mas embora não tendo nada a ver, eu encaro esta massa suficiente como aquela categoria que atrás falei dos que têm a predisposição para se deixar mergulhar nessa atmosfera e de lá gostar estar. A forma como o a cena acaba, e que estranhamente está cortada deste vídeo, é com a aparentemente fatal mas poderosoa frase: "There is so much beauty in the world, that sometimes i feel like i just can't take it". A pujança desta frase tem o seu alcance máximo num seguimento, plenamente justificado onde está inserido, mas o que mostra também toda a sua força e veracidade (para aqueles que a queiram)é o seu inegável nexo num outro qualquer (correlacionado) contexto.
A continuação da citação fala em gases, atracção, planetas, etc. Será tão descabido assim, para mim não é, estabelecer um paralelismo entre isso e o que tenho estado a falar? Atmosfera é um conceito com vários entendimentos: além do científico, cada um, à sua maneira, lhe dá o seu. Fico feliz pelo que lhe dou, e acreditar que muitos mais por aí também lhe atribuem um seu entendimento, não à minha maneira, não no meu dialecto, mas num outro de raiz comum.
Any Other Name
sábado, 28 de março de 2009
"Benicio del Toro Se Queda Sin Respuestas"
Aí está uma entrevista que "dói" ver. Steven Soderbergh resolveu fazer um filme biográfico sobre o suposto herói revolucionário Che Guevara, em que exalta a figura e omite a realidade. Quem foi esse personagem, o que fez e aquilo que representa, é impossível não se saber, aliando ou não a isso as nossas ideologias políticas discordantes; agora quando alguém conscientemente concorda interpretar um papel verídico, há que se informar sobre ele. A prova de que del Toro não o fez, ou finge não ter feito está aqui documentada. A enrevistadora, é certo, não deveria ter entrado a matar com a espada tão desembainhada, o que faz da entrevista ainda mais desconfortável de se assistir.
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quinta-feira, 26 de março de 2009
VOX POPULI, III - Gisela da Porrada (primeira parte)
Desta vez decidi publicar um vídeo no modelo da vox populi mas sem pedir comentários aos colaboradores do costume. Pelo contrário, publico o vídeo, comento-o, e quem quiser que faça o mesmo. De inovador não tem nada, enfim, é mais comum a todos os blogs por aí fora.
A Gisela Serrano dispensa apresentações. Todos se devem lembrar do programa que fez furor (que era mau mas mau) mas com uma concorrente que fez da peixarada um entertenimento ainda mais “cativante”. A sova que a Gisela deu à Sandra está no Youtube dividida em duas partes, esta que aqui ponho hoje, é a primeira, mas já na altura achava que a outra era obrigatória.
Podem revê-la aqui.
Tudo começa quando as duas concorrentes são convidadas a ir para uma noite de copos em Peniche. Descamba em mau feitio, má criação, e muita diversão. Já sabemos que a Gisela acha que o pai da Sandra é de baixo nível, mas dentro do raso, o da Gisela tem muito mais categoria.
terça-feira, 24 de março de 2009
Avatar
Pouco se sabe, por enquanto do ultra-secreto novo projecto de James Cameron (Titanic). O secretismo chega ao ponto de apenas sabermos uns traços gerais sobre a história (de ficção científica), e de que os efeitos especiais e a tecnologia utilizada para os conceber são de excepção. Na semana que passou houve a primeira exibição de um excerto do filme. É obviamente impossível aferir a qualidade do mesmo baseado num pequeno excerto, mas a reacção ao mesmo não podia ter teor diferente. A atmosfera e a qualidade técnica é de tal forma gritante que diz quem viu que só sabemos que os efeitos são digitais porque nos é dito que o são.
James Cameron está habituado a estar na vanguarda da tecnologia, visto que todos os seus filmes falam por si: Terminator 2(1991), A Verdade da Mentira(1994), Titanic (1997).
Sphere
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segunda-feira, 23 de março de 2009
Já Repararam Que...Elevadores
Já repararam que... nos elevadores há sempre aquelas pessoas que estão a olhar para cima para o infinito? Não importa se o elevador vai a subir ou a descer, as pessoas olham sempre para cima, e depois, trocam sempre aquele olhar e risinho cúmplice (sim, xica).
Eu tenho um problema com elevadores; se andar neles sem alguém conhecido, não há problema, agora se vou com amigos, etc tenho ataques de riso incontroláveis. Parece justificável talvez com o facto de não haver nenhum motivo para rir, o que é razão suficiente para eu desatar nisso.
Signal Fire

Eu tenho um problema com elevadores; se andar neles sem alguém conhecido, não há problema, agora se vou com amigos, etc tenho ataques de riso incontroláveis. Parece justificável talvez com o facto de não haver nenhum motivo para rir, o que é razão suficiente para eu desatar nisso.
Signal Fire
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Já Repararam Que...,
Para Encher
sexta-feira, 20 de março de 2009
Casa

"Home is where the heart is", é o que se diz e não posso concordar mais. Antes de considerar o meu país como a minha casa, patriota extremista que sou, poucas coisas me fazem sentir melhor do que cada vez que regresso à terra que me viu crescer, em que vivi alguns dos melhores momentos da minha vida. Se bem que aqui tudo já não é o que era, a verdade é que algum do fascínio que ainda me atrai (e a outros) não desapareceu; é-me inato sentir-me cá bem, mesmo quando não há nenhuma ocasião especial que aqui me traga. Simplesmente entrar em minha casa, sentir o seu cheiro característico, lembrar momentos que as muitas fotografias não capturaram é, como calculam, inestimável.

Neste ponto, eu e os irmãos concordamos em pleno: a liberdade, os privilégios, as facilidades e a felicidade que tivemos ao crescer aqui não podem ser comprados nem descritos. Por razões óbvias, enquanto cá vivi (até aos 17) sonhava com o dia em que iria viver para Lisboa, mudar de ambiente, e estar mais com os meus amigos de lá. A seu tempo aconteceu, e foi na altura perfeita. Hoje, tenho plena conciência que a minha vida será por razões pessoais e profissionais feita em Lisboa, não cá, mas ninguém me tira os momentos que cá vivi, as pessoas que cá conheci e a identidade que cá foi crescendo comigo. As circunstâncias da vida tudo mudam, há coisas que não podem ser revividas, costumes que se perderam, pessoas que nos foram tiradas; muitas outras irão ser vividas, cimentadas, capturadas e recebidas; não qualitativamente melhores mas na sua medida diferentes e extraordinárias.
É por isso tão bom voltar a este bocado de terra tão característico e nostálgico que não nos deixando reviver muito do que queremos, nos faz sentir tão bem e tão seguros, na sua fortaleza invisível.
You Found Me
quarta-feira, 18 de março de 2009
Vigilantes, Super Heróis ou Nada?
Dizer que os super heróis já não são o que eram, é talvez um pouco extremista, o que é verdade é que a transposição para o cinema de bandas desenhadas, super-heróis ou figuras análogas está de tal forma banalizada, que poucos são icónicos. O que está em questão é reinterpretação de uma visão de outrém que não raras vezes deturpa a mensagem original, o que pode resultar em bons filmes ou em erros crassos.
Estar a enquadrar Watchmen nesta discussão é propostidado pois não obstante o trailer nos "induzir em erro" ao levar a pensar que os heróis do título têm super-poderes a la X-Men, só um é que os tem. Para eém disso, é a adaptação de uma obra com uma vasta legião de fãs.

Watchmen, é um filme pouco ortodoxo, ou pouco linear. São três horas de filme, numa estrutura (exceptuando o acto final) a que o devoto do género está desabituado, os heróis/vigilantes não primam pela rectidão ou altruísmo, o palavreado não é o comum, e até há lugar a cenas de sexo e nudez demasiado explícitas. Mesmo a banda sonora não é aquilo a que estamos acostumados, com Smashing Pumpkins e Simon and Grafunkel numa miscelânia estranha mas eficaz - Zack Snyder não podia fazer outra coisa depois de 300. O aparente anacronismo da abordagem serve para recriar uma década alternativa na perfeição, num mundo apocalíptico e sem esperança, típico ao universo dos super heróis.
Recomenda-se? A quem gosta do universo ou do género ou é capaz de fazer o tongue-in-cheek por horas, claro que sim, para todos os outros, não vai ser este, seguramente, que os vai converter.
The Beginning Is the End Is The Beginning
Estar a enquadrar Watchmen nesta discussão é propostidado pois não obstante o trailer nos "induzir em erro" ao levar a pensar que os heróis do título têm super-poderes a la X-Men, só um é que os tem. Para eém disso, é a adaptação de uma obra com uma vasta legião de fãs.

Watchmen, é um filme pouco ortodoxo, ou pouco linear. São três horas de filme, numa estrutura (exceptuando o acto final) a que o devoto do género está desabituado, os heróis/vigilantes não primam pela rectidão ou altruísmo, o palavreado não é o comum, e até há lugar a cenas de sexo e nudez demasiado explícitas. Mesmo a banda sonora não é aquilo a que estamos acostumados, com Smashing Pumpkins e Simon and Grafunkel numa miscelânia estranha mas eficaz - Zack Snyder não podia fazer outra coisa depois de 300. O aparente anacronismo da abordagem serve para recriar uma década alternativa na perfeição, num mundo apocalíptico e sem esperança, típico ao universo dos super heróis.
Recomenda-se? A quem gosta do universo ou do género ou é capaz de fazer o tongue-in-cheek por horas, claro que sim, para todos os outros, não vai ser este, seguramente, que os vai converter.
The Beginning Is the End Is The Beginning
segunda-feira, 16 de março de 2009
O Futuro da "Noite" Americana
Hoje, ao fazer zapping, parei num antigo vício meu: o Late Night With Conan O'Brien.Tudo o que é bom, logicamente chega ao fim; ou neste caso modifica-se. Já sabemos, desde 2004, que a NBC anunciou que Jay Leno vai sair do seu Tonight Show para ser substituído por Conan O'Brien, passando o Late Night apresentado pelo "líder" da nova geração, Jimmy Fallon.
Se tiver que os comparar, a resposta é mais que óbvia: Conan. Para começar, tem uma graça mais natural, improvisada e irreverente do que Leno, além de que o programa de Leno é uma auto-bajulação, enquanto que o de o'Brien prima pela auto-crítica. Nos EUA, e ao fim de 2,725 programas o Late Night with Conan o'Brien já chegou ao fim, e Jimmy Fallon já tomou as rédeas. Não tive ainda oportunidade de ver a nova etapa do programa, e logo não irei, de antemão, dizer que mudou para pior, pois surpresas podem acontecer; agora o que tenho pena, é que indo Conan substituir Leno no seu programa, lhe sejam impostos maior decoro, encenação e menos irreverência e espontaneidade. Se os produtores forem espertos, não o irão obrigar, pois cada um tem o seu estilo, e é isso que os destaca.
Cable Chick
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quinta-feira, 12 de março de 2009
Freedom Fighters
Muitas vezes surjo com músicas nas quais digo que estou viciado. Esta é a mais recente. Ouvia-a pela primeira vez ontem, e consegui logo fazer o download. O play count no iTunes já é mais elevado do que o de muitas músicas que tenho há anos, mas acho-o plenamente justificado. É uma música intrumental (claro está), épica, e para nosso mal, demasiado curta.
Porquê chamar-lhe freedom fighters? Não faço ideia, quem a compôs, deu-lhe o título que melhor achou, mas o que gosto nas instrumentais, é que lhes podemos dar uma imagem e um título só nossos. Chamem-lhe o que acharem, eu sei como a quero lembrar e chamar.
Porquê chamar-lhe freedom fighters? Não faço ideia, quem a compôs, deu-lhe o título que melhor achou, mas o que gosto nas instrumentais, é que lhes podemos dar uma imagem e um título só nossos. Chamem-lhe o que acharem, eu sei como a quero lembrar e chamar.
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